Conteúdo Principal

Galeria

Clique nas imagens para ampliar

O que considerar antes da instalação de um compressor rotativo de parafuso

Quando um gestor de manutenção, engenharia ou utilidades pesquisa por “compressor rotativo de parafuso instalação”, a necessidade normalmente vai além de colocar o equipamento em funcionamento.

A decisão envolve escolher o compressor rotativo de parafuso adequado, dimensionar vazão e pressão conforme a demanda industrial, preparar a sala de compressores, avaliar a rede pneumática existente e reduzir riscos de falhas operacionais no sistema de ar comprimido industrial.

A instalação correta deve ser tratada como uma etapa de engenharia, não como uma simples montagem.

Antes da entrega do compressor, é preciso entender como o ar comprimido será consumido, em quais turnos o sistema operará, quais máquinas dependem desse fornecimento e quais condições físicas, elétricas e ambientais podem afetar eficiência energética, estabilidade de pressão e manutenção industrial.

Resumo rápido: a instalação de um compressor rotativo de parafuso começa no dimensionamento.

Consumo de ar, pressão requerida, regime de operação, ventilação, layout, rede de ar e tratamento do ar precisam ser avaliados antes da compra e da partida do equipamento.

Requisitos elétricos, posicionamento, tubulação e acessórios devem seguir o manual do fabricante, normas aplicáveis ao setor e validação de profissionais qualificados.

Comprar o equipamento e instalar um sistema completo são decisões diferentes.

O compressor é o núcleo da geração de ar comprimido, mas o desempenho final depende da integração com reservatório, tubulações, filtros, secadores, drenos, pontos de consumo e rotina de manutenção.

Um compressor bem especificado pode operar abaixo do esperado se for instalado em um ambiente quente, com ventilação insuficiente, tubulação restritiva ou tratamento de ar incompatível com a aplicação.

Por isso, o dimensionamento deve ocorrer junto com o planejamento da instalação.

Erros nessa etapa podem resultar em pressão instável, consumo energético desnecessário, paradas mais frequentes e dificuldade de manter a qualidade do ar comprimido.

Em indústrias de médio e grande porte — como operações metalúrgicas, automotivas, alimentícias, químicas e logísticas — essa análise é ainda mais crítica, porque o ar comprimido costuma alimentar processos contínuos ou equipamentos essenciais à produção.

5 fatores que devem ser avaliados antes da instalação

  1. Demanda real de ar comprimido
    Levante o consumo dos pontos de uso, picos de demanda, simultaneidade de operação e possíveis expansões.

    A escolha não deve ser baseada apenas na potência do motor, mas na combinação entre vazão, pressão e perfil de consumo.

  2. Pressão requerida pelo processo
    A pressão de trabalho deve atender às máquinas e ferramentas pneumáticas sem compensar perdas da rede com regulagens excessivas.

    Pressão acima do necessário pode aumentar esforço operacional; pressão insuficiente pode comprometer produtividade e estabilidade do processo.

  3. Condições da sala de compressores
    O local precisa permitir ventilação adequada, acesso para inspeções, espaço para manutenção e posicionamento seguro do equipamento.

    Temperatura, poeira, umidade e circulação de ar devem ser avaliadas para evitar restrições térmicas e facilitar a manutenção preventiva.

  4. Rede pneumática e perda de carga
    Tubulações subdimensionadas, trajetos longos, curvas excessivas e vazamentos podem reduzir a eficiência do sistema.

    A instalação deve considerar diâmetro, layout, reservação, pontos de consumo e condições da rede existente para manter vazão e pressão com menor perda possível.

  5. Tratamento do ar comprimido
    Dependendo da aplicação, pode ser necessário integrar secadores por refrigeração, filtros, separadores e acessórios para controlar umidade, partículas e óleo residual.

    Esse ponto deve ser definido conforme a exigência do processo e as recomendações técnicas aplicáveis.

A AIR PLUS COMPRESSORES atua com dimensionamento, instalação, manutenção e fornecimento de soluções de ar comprimido, com expertise especializada em compressores rotativos.

A empresa é distribuidora exclusiva da Chicago Pneumatic e conta com equipe técnica treinada diretamente pelos fabricantes, o que contribui para uma abordagem mais alinhada às especificações do equipamento e às condições reais da planta industrial.

Para empresas que estão substituindo um compressor antigo, ampliando a produção ou estruturando uma nova sala de compressores, o ideal é solicitar uma avaliação técnica antes da compra e da instalação.

Essa análise permite verificar demanda, infraestrutura, layout, rede de ar e necessidade de tratamento do ar, sem depender de suposições ou escolhas baseadas apenas em potência nominal.

Precisa avaliar a instalação de um compressor rotativo de parafuso? Fale com a equipe técnica da AIR PLUS COMPRESSORES para discutir dimensionamento, infraestrutura, fornecimento, instalação e manutenção conforme a necessidade da sua operação industrial.

Checklist técnico de infraestrutura: elétrica, ventilação, base e rede de ar

A instalação de um compressor de parafuso industrial não deve ser tratada como uma simples conexão do equipamento à rede elétrica e à tubulação existente.

Em sistemas de ar comprimido industrial, a infraestrutura define parte importante da segurança operacional, da estabilidade de pressão, da facilidade de manutenção e da eficiência do conjunto.

No caso do Compressor Parafuso Rotativo 150 a 340 HP fornecido pela AIR PLUS COMPRESSORES, alguns pontos merecem atenção desde o planejamento: o equipamento opera com capacidade de 511 a 1377 pcm, pressões ajustáveis a partir de 4 bar, motor trifásico com isolação classe F e proteção IP55, acoplamento direto entre motor e elemento compressor, módulo eletrônico inteligente e chave de partida estrela triângulo.

Esses recursos precisam ser considerados dentro das condições reais da planta, sempre conforme o manual do fabricante e com validação por profissionais habilitados.

Importante: o checklist abaixo é uma orientação técnica educacional para apoiar o planejamento.

Ele não substitui projeto, inspeção presencial, ART quando aplicável, normas do setor, manual do fabricante ou análise de engenharia da instalação.

Checklist prático de infraestrutura

Antes da instalação

  • Conferir a alimentação trifásica disponível: a rede elétrica deve ser compatível com as especificações do motor elétrico, proteções, comando e condições de partida do equipamento. Não é recomendável improvisar ligações ou adaptar proteções sem análise técnica.
  • Validar o local físico de instalação: a sala de compressores deve permitir circulação de ar, acesso para manutenção, inspeção visual e remoção de componentes de serviço, como o pré-filtro externo.
  • Avaliar ventilação e temperatura ambiente: compressores industriais geram calor durante a operação. Um ambiente mal ventilado pode dificultar a dissipação térmica e prejudicar a estabilidade do sistema.
  • Verificar a base de apoio: o compressor deve ser instalado sobre base firme, nivelada e adequada ao porte do equipamento, evitando desalinhamentos, vibrações indevidas e dificuldade de operação.
  • Revisar a rede de ar comprimido existente: tubulações subdimensionadas, trajetos longos, curvas excessivas e pontos de restrição podem aumentar a perda de carga e reduzir a pressão efetiva entregue ao processo.
  • Planejar o tratamento do ar: conforme a aplicação industrial, pode ser necessário integrar reservatório, secador por refrigeração, filtros, drenos e separador de óleo para controlar umidade, partículas e óleo residual.

Durante a instalação

  • Posicionar o equipamento com área de serviço livre: deve haver espaço suficiente para inspeção, limpeza do pré-filtro externo, acesso ao visor de nível de óleo e execução de manutenção preventiva.
  • Preservar o fluxo de ar de ventilação: entradas e saídas de ar não devem ser obstruídas por paredes, estoques, painéis ou outros equipamentos próximos.
  • Conectar a tubulação com foco em baixa perda de carga: o layout da rede deve reduzir restrições, quedas de pressão e pontos de condensado, respeitando as necessidades da produção.
  • Integrar acessórios conforme a qualidade de ar exigida: secadores por refrigeração, filtros e drenos devem ser definidos de acordo com a aplicação, não apenas pelo porte do compressor.
  • Considerar comunicação industrial quando aplicável: se houver necessidade de supervisão por sistemas industriais, redes como Modbus ou Profibus podem ser avaliadas quando a configuração opcional do equipamento estiver disponível.
  • Manter a instalação alinhada ao manual do fabricante: parâmetros elétricos, proteções, sentido de rotação, ventilação, comissionamento e recomendações de segurança devem seguir documentação técnica e condições reais da planta.

Antes da partida

  • Confirmar proteções elétricas e comandos: a partida estrela triângulo contribui para reduzir picos de corrente na inicialização, mas sua aplicação deve estar corretamente configurada e validada por profissional qualificado.
  • Verificar nível de óleo e pontos de inspeção: o visor de nível de óleo visível externamente facilita a checagem, mas a leitura e a rotina devem seguir as orientações do fabricante.
  • Checar filtros, drenos e separador de óleo: esses componentes influenciam a qualidade do ar comprimido e a proteção do sistema pneumático a jusante.
  • Inspecionar vazamentos e conexões: vazamentos na rede, conexões inadequadas e pontos de restrição podem comprometer pressão, consumo e estabilidade operacional.
  • Validar pressão de trabalho e demanda real: a pressão ajustada deve estar compatível com o processo produtivo, evitando operar acima do necessário ou abaixo da exigência das máquinas consumidoras.
  • Testar monitoramento e alarmes do módulo eletrônico: o módulo eletrônico inteligente permite controle e visualização das operações em tempo real, recurso que deve ser incorporado à rotina de operação e manutenção.

Pontos que exigem validação técnica

Alguns itens não devem ser definidos apenas por observação visual ou experiência empírica.

Em compressores industriais de maior porte, especialmente na faixa de 150 a 340 HP, a validação técnica é recomendada para:

  • dimensionamento da alimentação elétrica, proteções e painéis;
  • compatibilidade entre vazão em pcm, pressão em bar e demanda industrial;
  • layout da sala de compressores e renovação de ar;
  • diâmetro, material, percurso e expansão futura da tubulação;
  • necessidade de reservatório, secador por refrigeração, filtros, drenos e acessórios;
  • integração com redes industriais de comunicação, quando aplicável;
  • procedimentos de comissionamento e partida conforme manual do fabricante.

A AIR PLUS COMPRESSORES atua com fornecimento, dimensionamento, instalação e manutenção de soluções de ar comprimido, com expertise em compressores rotativos e equipe técnica treinada diretamente pelos fabricantes.

Para indústrias de médio e grande porte, essa avaliação ajuda a alinhar equipamento, infraestrutura e operação antes que o sistema entre em regime contínuo.

Mini glossário técnico

  • Perda de carga: queda de pressão ao longo da rede de ar comprimido, geralmente associada a tubulações inadequadas, curvas, filtros saturados, vazamentos ou restrições de fluxo. Quanto maior a perda, maior a dificuldade de entregar a pressão necessária ao ponto de uso.
  • Ventilação: renovação e circulação de ar no ambiente onde o compressor opera. É essencial para dissipar calor e manter condições adequadas de funcionamento, especialmente em salas de compressores com operação prolongada.
  • Tratamento do ar: conjunto de componentes usados para adequar a qualidade do ar comprimido à aplicação, como secador por refrigeração, filtros, drenos, reservatório e separador de óleo. A necessidade varia conforme o processo industrial e a sensibilidade dos equipamentos consumidores.

Para complementar o projeto, vale avaliar conteúdos e soluções relacionados a secadores por refrigeração, acessórios para ar comprimido e dimensionamento de sistema de ar comprimido, especialmente quando a planta exige estabilidade de pressão, controle de umidade e operação contínua.

Como a instalação impacta eficiência, manutenção e confiabilidade do sistema

Em uma análise técnica para compressor rotativo de parafuso instalação, não basta avaliar apenas potência, vazão ou pressão nominal.

A forma como o equipamento é posicionado, ventilado, conectado à rede de ar e integrado ao tratamento do ar comprimido influencia diretamente a eficiência operacional, a facilidade de manutenção preventiva e a confiabilidade do sistema ao longo da rotina industrial.

A instalação inadequada pode dificultar inspeções, aumentar a exposição do compressor a calor, poeira e umidade, gerar restrições de fluxo na tubulação e tornar mais complexas atividades simples, como limpeza de pré-filtro externo ou verificação do nível de óleo.

Por isso, a manutenção começa no layout: se o compressor é instalado em uma sala sem acesso adequado, com ventilação insuficiente ou com rede pneumática mal planejada, as rotinas de acompanhamento tendem a ser menos eficientes e o sistema pode operar em condições desfavoráveis.

No caso do Compressor Parafuso Rotativo 150 a 340 HP fornecido pela AIR PLUS COMPRESSORES, alguns recursos reforçam a importância de uma instalação bem planejada: unidade compressora de parafusos assimétricos lubrificados, acoplamento direto entre motor e elemento compressor, módulo eletrônico inteligente para controle e visualização das operações em tempo real, pré-filtro externo removível para limpeza, visor de nível de óleo visível externamente e separador de óleo projetado para manter o óleo residual em baixos níveis, entre 2 a 3 PPM.

Esses recursos devem permanecer acessíveis e operáveis dentro do layout da sala de compressores.

Boa prática de instalação Risco operacional quando negligenciada
Prever ventilação compatível com o ambiente industrial e com as condições de operação Acúmulo de calor, esforço adicional do sistema e maior probabilidade de paradas por condição inadequada de operação
Manter acesso livre aos pontos de inspeção, pré-filtro externo e visor de nível de óleo Dificuldade para manutenção preventiva, atrasos em inspeções e maior chance de operação sem acompanhamento adequado
Planejar a rede de ar para reduzir restrições de fluxo e perda de carga Instabilidade de pressão no processo, maior solicitação do compressor e menor previsibilidade operacional
Integrar filtros, secadores e acessórios conforme a necessidade da aplicação Umidade, partículas ou óleo residual podem comprometer a qualidade do ar comprimido exigida pelo processo
Considerar o monitoramento pelo módulo eletrônico e, quando aplicável, comunicação com sistemas industriais Menor visibilidade sobre condições de operação e resposta mais lenta a desvios de desempenho
Instalar o equipamento em base firme, nivelada e com espaço técnico ao redor Vibrações, desalinhamentos operacionais e dificuldade de acesso para manutenção

Manutenção facilitada pelo projeto
Um bom projeto de instalação deve permitir que a equipe técnica acesse rapidamente componentes de inspeção e limpeza, acompanhe o visor de nível de óleo, execute verificações preventivas e avalie alertas do módulo eletrônico.

Isso não substitui o manual do fabricante nem a avaliação de profissionais habilitados, mas reduz barreiras práticas para manter a rotina de manutenção em dia.

A qualidade do ar comprimido também depende da instalação.

Em sistemas lubrificados, o separador de óleo tem papel importante na retenção do óleo residual, mas sua eficiência prática depende de operação dentro das condições previstas, manutenção correta e integração adequada com o tratamento do ar quando a aplicação exigir.

Indústrias alimentícias, químicas, automotivas, metalúrgicas e logísticas, por exemplo, podem ter exigências diferentes de pureza, estabilidade de pressão e controle de umidade, exigindo análise técnica caso a caso.

Outro ponto crítico é o ambiente.

Calor excessivo, poeira em suspensão, umidade elevada e obstruções na entrada ou saída de ar podem dificultar a troca térmica e a limpeza do pré-filtro externo.

Da mesma forma, tubulações subdimensionadas, trajetos com muitas curvas ou pontos de restrição podem aumentar perda de carga e comprometer a estabilidade do ar comprimido no ponto de consumo.

Os resultados variam conforme demanda industrial, regime de operação, projeto da rede, condições ambientais e disciplina de manutenção preventiva.

A AIR PLUS COMPRESSORES atua com instalação, manutenção especializada, fornecimento e locação de equipamentos, com expertise em compressores rotativos e equipe técnica treinada pelos fabricantes.

Para indústrias que dependem de ar comprimido em operação contínua, contar com suporte técnico desde o planejamento do layout até a manutenção ajuda a alinhar o equipamento às necessidades reais da planta, sempre conforme recomendações do fabricante e normas aplicáveis ao setor.

Quando acionar suporte técnico especializado:

  • quando o compressor será instalado em uma sala existente e há dúvidas sobre ventilação, acesso e layout;
  • quando a rede de ar apresenta instabilidade de pressão ou sinais de perda de carga;
  • quando há necessidade de integrar filtros, secadores, reservatórios ou acessórios ao sistema;
  • quando a operação exige acompanhamento por módulo eletrônico e monitoramento em tempo real;
  • quando a manutenção preventiva precisa ser estruturada para reduzir riscos de paradas não planejadas;
  • quando a empresa avalia locação de compressores para apoio operacional ou continuidade durante intervenções.

Próximo passo consultivo: solicite uma avaliação técnica da AIR PLUS COMPRESSORES para verificar layout, condições de instalação, pontos de manutenção e compatibilidade do sistema de ar comprimido com a demanda industrial.

Conteúdos relacionados recomendados: manutenção de compressores, locação de compressores, secadores por refrigeração e acessórios para ar comprimido.

Quando contratar instalação especializada para compressores de 150 a 340 HP

Compressores industriais de 150 a 340 HP normalmente entram em operação em plantas com alta demanda de ar comprimido, múltiplos pontos de consumo e processos sensíveis à estabilidade de pressão.

Nessa faixa, a decisão não deve ser tomada apenas pela potência do motor: é necessário validar vazão em pcm, pressão de trabalho em bar, regime de operação, qualidade do ar exigida pelo processo e integração com a rede pneumática existente.

No caso do Compressor Parafuso Rotativo 150 a 340 HP, fornecido pela AIR PLUS COMPRESSORES, a faixa de capacidade informada é de 511 a 1377 pcm, com pressões ajustáveis a partir de 4 bar.

Esses dados ajudam a orientar a seleção, mas a configuração adequada depende da demanda real da planta, do perfil de consumo e dos acessórios necessários, como reservatórios, filtros, secadores por refrigeração e sistemas de drenagem.

Quem precisa desse tipo de solução

A instalação especializada é recomendada para indústrias de médio e grande porte que dependem de ar comprimido como utilidade crítica.

Isso inclui, por exemplo, operações nos segmentos:

  • indústria metalúrgica, com máquinas pneumáticas, linhas de acabamento, movimentação e processos de produção contínua;
  • indústria automotiva, em aplicações de montagem, pintura, ferramentas pneumáticas e automação;
  • indústria alimentícia, quando há necessidade de ar tratado e controle rigoroso de umidade e contaminantes conforme a aplicação;
  • indústria química, em processos que exigem estabilidade operacional e atenção à qualidade do ar comprimido;
  • logística e centros de distribuição, com equipamentos pneumáticos, automação e sistemas que demandam disponibilidade constante.

Em todos esses casos, a instalação deve ser tratada como parte do projeto do sistema de ar comprimido, não como uma etapa isolada após a compra do compressor.

Sinais de que sua empresa deve buscar suporte especializado

Considere envolver um fornecedor especializado antes da aquisição, substituição ou instalação quando houver:

  1. Expansão de linha produtiva
    O aumento de turnos, máquinas ou pontos de consumo pode alterar a vazão necessária e exigir revisão da rede, do reservatório e do tratamento do ar.

  2. Instabilidade de pressão na planta
    Quedas de pressão podem estar relacionadas a subdimensionamento, perda de carga na tubulação, vazamentos, reservação inadequada ou compressor incompatível com o perfil de consumo.

  3. Aumento do consumo de ar comprimido
    Antes de escolher um equipamento maior, é importante analisar demanda real, simultaneidade de uso e possíveis desperdícios na rede.

  4. Substituição de compressor antigo
    Trocar apenas o equipamento, sem revisar tubulações, ventilação, elétrica, filtros, secadores e reservatórios, pode limitar o desempenho do novo sistema.

  5. Necessidade de continuidade operacional durante manutenção
    Em plantas que não podem parar, a locação de compressores pode ser considerada como apoio temporário, desde que a solução seja dimensionada conforme a necessidade do processo.

  6. Integração com secadores, filtros e rede existente
    A qualidade do ar comprimido depende do conjunto.

    Em muitas aplicações, o compressor precisa operar em harmonia com secador por refrigeração, filtros, separadores, drenos, reservatório e layout da rede.

Por que avaliação técnica é essencial nessa faixa de potência

Em compressores de 150 a 340 HP, pequenos erros de especificação podem gerar impactos relevantes na operação.

Uma pressão acima da necessária pode elevar o esforço do sistema; uma vazão abaixo da demanda pode causar instabilidade; uma rede com perda de carga excessiva pode comprometer o abastecimento dos pontos de uso; e uma sala de compressores mal ventilada pode dificultar a dissipação de calor e a manutenção.

Por isso, a escolha deve ser baseada em dados como:

  • consumo de ar atual e previsto;
  • pressão mínima exigida pelos equipamentos de processo;
  • variação de demanda ao longo dos turnos;
  • distância entre compressor, reservatório, secador e pontos de consumo;
  • condição da tubulação existente;
  • necessidade de ar seco, filtrado ou com menor teor de óleo residual conforme a aplicação;
  • disponibilidade elétrica e requisitos indicados pelo fabricante;
  • acesso para inspeção, manutenção preventiva e eventual substituição de componentes.

A AIR PLUS COMPRESSORES atua desde 2007 com soluções em ar comprimido e é distribuidora exclusiva da Chicago Pneumatic.

Seu escopo inclui dimensionamento, instalação, manutenção, fornecimento e locação de equipamentos, com equipe técnica treinada pelos fabricantes.

Esse suporte é especialmente importante quando a empresa deseja manter o mesmo ecossistema técnico entre seleção do compressor, instalação, partida, manutenção e eventuais necessidades de locação.

CTA consultivo

Se a sua indústria está avaliando um compressor parafuso rotativo 150 a 340 HP, o caminho mais seguro é solicitar uma análise técnica antes de definir o equipamento.

A AIR PLUS COMPRESSORES pode apoiar a validação de vazão, pressão, acessórios, infraestrutura e condições de instalação, atendendo indústrias em todo o território nacional conforme a necessidade do projeto.

Próximos temas internos recomendados: compressor parafuso rotativo 150 a 340 HP; dimensionamento de sistema de ar comprimido; instalação de sistema de ar comprimido; secadores por refrigeração; manutenção de compressores; locação de compressores.

FAQ rápido

1.

Quando um compressor de 150 a 340 HP é indicado?
Quando a planta possui alta demanda de ar comprimido e precisa de vazão e pressão compatíveis com processos industriais de maior porte.

A indicação deve ser confirmada por dimensionamento técnico, não apenas pela potência.

2.

Por que não escolher o compressor apenas pela potência em HP?
Porque o desempenho depende da combinação entre vazão em pcm, pressão em bar, perfil de consumo, regime de operação, rede de ar, tratamento do ar e condições de instalação.

3.

É necessário integrar secador e filtros ao sistema?
Depende da aplicação.

Processos que exigem controle de umidade, partículas ou óleo residual podem precisar de secadores por refrigeração, filtros e outros acessórios para adequar a qualidade do ar comprimido.

4.

Quando considerar locação de compressor?
A locação pode ser avaliada em situações como manutenção, expansão temporária de demanda ou necessidade de continuidade operacional.

A configuração deve ser validada tecnicamente para atender à vazão e pressão exigidas pela planta.

Entre em contato agora mesmo!

Clique no botão e entre em contato para tirar dúvidas ou solicitar um orçamento.

Solicitar contato

Principais regiões de atendimento:

  • Atendimento realizado em todo o estado de Acre.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Alagoas.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Amapá.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Amazonas.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Bahia.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Ceará.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Distrito Federal.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Espírito Santo.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Goiás.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Maranhão.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso do Sul.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Minas Gerais.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Pará.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Paraíba.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Paraná.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Pernambuco.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Piauí.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Rio de Janeiro.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Norte.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Sul.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Rondônia.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Roraima.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Santa Catarina.
  • Atendimento realizado em todo o estado de São Paulo.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Sergipe.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Tocantins.